Em março, o Stark Bank fez história no mercado financeiro brasileiro ao tornar-se a primeira fintech do país a receber ratings de investimento das três principais casas de análise - Moody’s, Fitch e agora S&P. Após atingirmos R$ 600 bilhões em volume transacionado em 2025, nossa meta para 2026 é chegar ao primeiro trilhão.
Estamos escalando ao eliminar a complexidade financeira com tecnologia, permitindo que nossos clientes se concentrem no que realmente importa: crescer seus negócios.
E, por trás dessa engenharia financeira que está estabelecendo novos padrões para os serviços bancários B2B, também existe uma forte engenharia de marca - que é a minha principal camada de atenção como CMO do banco.
Enquanto o Stark Bank desenvolve inteligência financeira robusta para o mercado, também construímos uma marca que acompanha e sustenta esse crescimento. Quando um banco leva seus clientes para:
Assistir ao GP de Mônaco a bordo de um iate no Mediterrâneo.
Viver experiências exclusivas na Itália.
Participar de grandes eventos em um camarote no Allianz.
Conhecer a base da Virgin Galactic antes de qualquer outro brasileiro.
À primeira vista, pode parecer apenas ações de brand awareness. Mas, estrategicamente, é muito maior e está diretamente conectado à nossa cultura.
O que está por trás dessas experiências?
Stark Bank Experience - Mônaco 2025
Em sua essência, marketing é sobre relacionamentos. E relacionamento consistente impulsiona o crescimento de negócios. Pesquisas mostram que clientes que se sentem conectados a uma marca geram 52% mais valor ao longo do tempo. (Harvard Business Review)
Por isso, experiências como as que o Stark Bank promove não são apenas eventos; elas fazem parte da construção de significado. Há pelo menos três camadas estratégicas nesse tipo de ação:
1 - Posicionamento de marca
Mônaco fala de velocidade e excelência. Tênis fala de disciplina e foco. Virgin Galactic fala de futuro e inovação.
Essas características estão diretamente ligadas a como queremos ser lembrados enquanto marca, assim, ao escolhermos essas experiências, escolhemos também a forma como os nossos clientes nos percebem.
E existe uma razão cognitiva para isso funcionar: as pessoas retêm e atribuem mais significado a informações quando elas estão conectadas a experiências vividas, e não apenas observadas. Ou seja, o que é experimentado se fixa com mais profundidade do que o que é apenas comunicado.
Um posicionamento de marca eficaz é exatamente isso: ocupar um espaço claro, positivo e diferenciado na mente do cliente.